Um CRM que segue o seu processo: colunas, regras de transição e histórico
Quase todo CRM tem um kanban. Poucos deixam a equipe dizer como o processo funciona de verdade: o que vem depois de uma visita, se uma proposta pode voltar para avaliação, qual mensagem sai quando o lead muda de etapa. O módulo de CRM do Valerium foi feito em volta dessas três perguntas.
Colunas com a sua cara
As oito etapas são fixas — entrada, primeiro contato, follow-up, visita agendada, avaliação, proposta, ganho e perdido — porque é isso que permite relatórios comparáveis entre equipes. Nome, cor e ordem de cada coluna são seus: administradores renomeiam, recolorem e arrastam os cabeçalhos direto no kanban. O vocabulário muda com o tipo de negócio e pode ser trocado por equipe.
Regras de transição
O editor de fluxo é uma matriz de origem × destino: marque o que é permitido, veja o resumo em texto e o diagrama. Enquanto a chave Aplicar regras está desligada, a matriz é um rascunho; ligada, o servidor recusa qualquer movimento fora dela — no kanban, na edição do lead e pela API. Durante o arraste, as colunas proibidas já aparecem bloqueadas.
Uma mensagem a cada passo
Cada etapa (ou cada transição específica) pode ter uma mensagem padrão. Ao mover o lead, ela aparece antes de confirmar: registre como nota, envie por WhatsApp, pule ou cancele. Marcar como perdido pede o motivo primeiro. Nada sai sem alguém olhar.
- Aba Atualizações: quanto tempo o lead ficou em cada etapa, quem moveu e quando voltou a uma etapa já visitada
- Abas da ficha do lead definidas pelo tipo de negócio e editáveis pela equipe
- Lead ganho vira cliente e pode originar um contrato, com o vínculo registrado
- Relatórios e dashboard usam os mesmos nomes de etapa que você definiu
Processo que só existe na cabeça do gestor não escala. Processo que o sistema aplica, sim.
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